Primeiramente, é interessante conferir qual é o fator que distingue estas duas definições. O termo “autônomo” é usado para indicar quem trabalha por conta própria sem vínculo empregatício. Já o “profissional liberal” é utilizado para indicar as pessoas, geralmente com nível superior ou técnico, que têm total liberdade para exercer sua profissão, podendo ser empregadas ou não.

Estes profissionais especializados são únicos em seu ramo de atuação, o que faz com que tenham uma responsabilidade maior pelo efeito do seu trabalho. Nesta lista entram médicos, dentistas, advogados, arquitetos, psicólogos e demais prestadores de serviços. Devido às diferenças e particularidades entre essas áreas, é recomendável que cada um destes profissionais possuam contadores que entendam as particularidades do segmento e os pormenores de suas rotinas.

Vale ressaltar ainda uma informação fundamental: para o profissional liberal caracterizado como pessoa jurídica, contar com um contador ou escritório de contabilidade é obrigatório para elaborar e também assinar as escriturações contábeis. No que diz respeito ao profissional liberal que figura como pessoa física, este serviço não é compulsório, mas é altamente indicado para manter as obrigações contábeis em dia e promover a economia com impostos de forma legal.

Como é de conhecimento de todos, a legislação brasileira é de alta complexidade, sofrendo modificações crescentes que determinam várias exigências às empresas e aos demais profissionais: obrigações tributárias, comerciais, fiscais, previdenciárias e trabalhistas são alguns exemplos destes deveres cobrados a empreendedores e profissionais independentes. Desta forma, o contador ou escritório de contabilidade vem para suprir um papel imprescindível, que é o de cumprir estas tarefas compulsórias e evitar que os negócios gerem passivos que podem, inclusive, levá-los à falência.